Kelps defende uso adequado da Via Costeira antes do previsível caos das invasões
O pré-candidato a deputado federal, Kelps Lima, defende que o Rio Grande do Norte avance na definição de regras claras para a ocupação da Via Costeira, evitando tanto a degradação ambiental quanto o risco de desorganização da área.
Segundo ele, aquele espaço pertence a toda a população potiguar e não pode ser tratado como se fosse monopólio de grupos específicos. “A Via Costeira é de todos os potiguares, mas a impressão que temos hoje é que existe um cadeado evitando o uso racional da área”, afirmou.
Kelps destacou que a proteção ambiental é uma obrigação permanente, mas alertou para os riscos do RN barrar todo e qualquer desenvolvimento de forma desarrazoada, prejudicando ainda mais nossa economia. “Resistir à degradação ambiental é nosso dever. Ponto. Mas bloquear o progresso é danoso para o futuro do Estado”.
Para o pré-candidato, a insegurança jurídica vai gerar efeitos negativos graves, como o afastamento de investimentos organizados - que respeitam a lei e geram empreendimentos econômicos viáveis - e abrir espaço para invasões sem compromisso com a sustentabilidade e recheadas de complexidades sociais que poderiam ser resolvidas de outra forma e não com o espaço da Via Costeira.
Kelps alertou que o excesso de burocracia pode ter efeito contrário ao pretendido por ambientalistas. “O exagero pode acabar deixando a porteira aberta para ocupações irregulares”, disse. “Se houver invasão desordenada, quem vai resolver? Os invasores vão exigir reparação para sair e o Estado vai sofrer prejuízo duplo, de tempo e de recursos”, teme Kelps.

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